A Unimed CNU aderiu oficialmente ao Jeito de Cuidar Unimed, programa da Unimed do Brasil que unifica o padrão de excelência de atendimento ao cliente em todo o Sistema. Após consolidar o ano de 2025 como o marco da virada econômico-financeira, a Cooperativa inicia um novo capítulo, alinhado ao Planejamento Estratégico 2026-2029, focado em colocar o cliente no centro de todas as ações.
A estratégia alia o cuidado ao negócio, uma vez que a qualificação da jornada do beneficiário traz sustentabilidade financeira e protege a marca. Dados de mercado apontam que investimentos estruturados na experiência do cliente retêm até 60% mais contratos e ampliam a fidelidade em 35%. Na mesma linha, levantamentos da consultoria de sociedades e negócios, PwC Brasil, indicam que 86% dos consumidores aceitam pagar mais por uma experiência excepcional.
A implantação conecta-se diretamente às diversas frentes do Planejamento Estratégico da CNU, bem como aos novos pilares de cultura organizacional que estão em desenvolvimento. O diretor Administrativo e Financeiro, Otto César Barbosa Jr., padrinho da iniciativa na Cooperativa, reforça o direcionamento: "Na saúde, o cliente não é um simples consumidor, é um paciente que deposita sua vida e sua confiança em nós. Ele precisa de uma jornada fluida, eficiente e, acima de tudo, humanizada. Afinal, cuidar com empatia também é estratégia de negócio."
A implantação do Jeito de Cuidar Unimed será balizada pelos pilares de Processos, Pessoas, Ambiente e Cliente, que medem os graus de maturidade da gestão em cada um deles. Com a adesão, a CNU une-se às 189 Unimeds que já adotam o modelo no país, consolidando a busca por melhoria contínua e gerando valor sustentável para todo o Sistema.
As parcerias firmadas pela CNU para atendimento de operadoras de autogestão em modelo de cessão de rede seguem expandindo as operações do Intercâmbio Nacional. Conforme divulgado recentemente – clique aqui para ler, a iniciativa insere mais de 180 mil novas vidas no ecossistema, ampliando as oportunidades para o Sistema Unimed por meio da geração de trabalho médico e incremento de receita às Singulares. Por se tratar de um fluxo importante para a rotina das áreas que atuam na viabilização dos atendimentos de Intercâmbio, a CNU preparou a FAQ – Modelo de Contrato – Cessão de Rede para apoiar as Sócias na condução desses processos. O guia reúne as perguntas mais frequentes sobre elegibilidade de beneficiários, regras gerais de atendimento, fluxos de autorização e os canais diretos de suporte para as equipes das Singulares. Além de esclarecer essas dúvidas, o documento visa à prevenção de inconformidades operacionais, como a importância do preenchimento correto do código IBGE do município onde o prestador está localizado, medida essencial para evitar negativas indevidas de atendimento aos clientes. Contamos com o engajamento e a parceria de todas as Unimeds para o sucesso dessa iniciativa, que reforça os princípios cooperativistas e amplia nossa capacidade de oferecer soluções em saúde com excelência e abrangência nacional.
Clique aqui e acesse a FAQ – Modelo de Contrato - Cessão de Rede.
A Unimed CNU acaba de firmar importantes parcerias com o segmento de autogestões em saúde, em linha com a diretriz estratégica de retomar o crescimento de forma sustentável e com responsabilidade. Os acordos com a Cassi – Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil, a Geap Saúde e a Postal Saúde envolvem o atendimento a mais de 180 mil beneficiários, impulsionando o Intercâmbio Nacional e a geração de trabalho médico em todo o Sistema Unimed. Os contratos captam uma oportunidade de mercado, avaliada no planejamento da Cooperativa, a partir de mudanças na regulamentação das autogestões ocorridas em 2025. Além disso, estão alinhados à vocação de negócios da CNU, em atender a grandes carteiras com dispersão nacional. “Todas essas importantes negociações têm como premissa seguir estritamente a governança do Sistema Unimed, fomentando a produção de nossas cooperativas com qualidade e segurança”, ressalta o diretor de Mercado, Marcelo Couto Luna de Almeida. “De um lado, observamos a Norma Derivada nº 13 e, de outro, as regras do Manual de Intercâmbio Nacional no que se refere à assistência aos beneficiários e ao pagamento pelos serviços”. Entenda a seguir os modelos operacionais de cada parceria: Cassi Iniciada em janeiro, a parceria trouxe mais de 22 mil novas vidas para atendimento do Sistema Unimed, alcançando 153 cooperativas em todo o país. O contrato segue a modalidade de cessão de rede em custo operacional. Nesse modelo, a autogestão permanece responsável pela carteira e pelo cumprimento das responsabilidades regulatórias. Os beneficiários recebem o cartão virtual da Unimed CNU e são atendidos via Intercâmbio. Geap Saúde A primeira etapa da parceria, implantada neste mês de maio, envolve a assistência a mais de 89 mil beneficiários, em sua maioria concentrados nas capitais e em cidades-polo nos estados da Bahia, Ceará, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. A ampliação para outras regiões está em avaliação, podendo alcançar 300 mil vidas nos próximos seis meses. O contrato também segue a modalidade de cessão de rede em custo operacional descrita acima. Os beneficiários estão sendo comunicados de forma gradativa pela Geap e recebem o cartão virtual da CNU para acessar a rede Unimed. Para trazer ainda mais segurança a toda a operação, o contrato é resguardado por uma garantia financeira correspondente a três meses do custo assistencial previsto. Postal Saúde A autogestão é parceira da Unimed CNU desde 2023, também pela modalidade de cessão de rede em custo operacional, com uma carteira ativa de 53 mil vidas. Como parte da reestruturação dos Correios, a entidade abriu um novo modelo de contratação em pré-pagamento, com o risco cedido nos termos da RN 517. O novo contrato está em fase de implantação com um total de 17 mil vidas, correspondentes à migração de cerca de 4 mil beneficiários da carteira já atendida e à inclusão de 13 mil novas vidas.
A Unimed CNU marcou presença no Fórum Executivo FenaSaúde 2026, realizado em Brasília, no dia 6 de maio, para integrar as discussões sobre a judicialização na saúde suplementar. O encontro reuniu autoridades, como o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, além de lideranças do setor, com o objetivo de traçar diretrizes conjuntas para mitigar os impactos do litígio.
O presidente da CNU, Luiz Otávio de Andrade, participou do painel com o tema “A Judicialização na Saúde Suplementar: estratégias para mitigação”, compondo a mesa ao lado de Daiane Nogueira de Lira, conselheira do Conselho Nacional de Justiça, e André Ramos Tavares, jurista e professor. No debate, foram expostos indicadores que evidenciam o desafio estrutural enfrentado pelas operadoras: embora o surgimento de novas ações contra planos de saúde tenha desacelerado para 6% em 2025, o menor índice desde 2020, o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) alerta que o mercado pode atingir 1,2 milhão de novos processos anuais até 2035, gerando um custo potencial de R$ 4,5 bilhões por ano somente em custas e indenizações.
Os principais fatores que impulsionam esse cenário envolvem as demandas por medicamentos de alto custo (que respondem por 35% a 51% das ações), terapias multidisciplinares (30%) e reajustes contratuais (20%). Diante desses números, Andrade enfatizou que a sustentabilidade da saúde suplementar depende diretamente do fortalecimento da Medicina Baseada em Evidências (MBE) e do apoio especializado dos NAT-Jus — núcleos de especialistas que oferecem subsídios científicos para auxiliar magistrados, conferindo maior segurança técnica às decisões judiciais.
Para Luiz Otávio, a solução para o equilíbrio do setor passa, necessariamente, pelo diálogo institucional entre operadoras, Judiciário, órgãos reguladores e representantes da sociedade. “Essa é uma articulação inadiável que precisamos ter para encontrarmos soluções mais sustentáveis para toda a saúde suplementar. Isso deve vir somado a uma comunicação mais transparente e constante com os clientes, o que passa pelo reforço contínuo do funcionamento do mutualismo e o uso consciente do plano de saúde e dos serviços contratados”, finalizou.
A Unimed CNU esteve presente na 6ª edição do OPMED – Congresso Nacional de Órteses, Próteses, Materiais Especiais e Medicina Especializada, realizada entre 27 e 29 de novembro pela Intrafederativa Unimed Nordeste Paulista. O evento é considerado um dos principais fóruns de discussão e inovação do setor sobre o tema.
O presidente da CNU, Luiz Otávio de Andrade, participou da cerimônia de abertura, e o diretor Financeiro e Administrativo, Otto Barbosa Júnior, idealizador do OPMED quando presidiu a Intrafederativa, integrou a primeira mesa, com o tema “O papel do auditor na análise de cirurgias com OPME não regulamentado”.
Ao lado do consultor e ex-presidente da ANS, Paulo Rebello, e do presidente da Unimed Pitangueiras, Marco Antônio de Andrade, Barbosa falou sobre a importância do auditor na qualificação das práticas assistenciais e na análise criteriosa de procedimentos que envolvem materiais não regulamentados.
“Parabéns a Eduardo Portioli, presidente da Unimed Nordeste Paulista, e seu time por retomar o OPMED após a pandemia. Carecíamos de ampliar o diálogo sobre esse tema, capacitar os nossos profissionais e olhar para os impactos da regulamentação”, reforçou o diretor da CNU.
Localizada na região de Ribeirão Preto (SP), a Intrafederativa possui 17 Unimeds associadas, presentes no Conselho Fiscal da CNU por meio do presidente da Unimed Araraquara, Emerson Carlos. A intercooperação com as Sócias se dá pelo atendimento a 32,8 mil clientes da CNU, que gerou uma receita de R$ 117,7 milhões para as cooperativas da região, pagos pelo Intercâmbio nos últimos doze meses.